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17 de dezembro de 2018

Pesquisa anual Faturamento e Empregos


Faturamento do varejo na região de Marília deve atingir R$14,5 bilhões em 2018, alta real de 3% em relação a 2017

O Sincomercio Marília e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) estimam que, em dezembro, mês do Natal, as vendas do comércio varejista na região de Marília apresentem estabilidade em relação a 2017, atingindo um faturamento real de R$ 1,5 bilhão. Esse resultado é R$ 4,4 milhões a mais em relação ao ano passado, quando apresentou alta de 2% em comparação com dezembro de 2016.
Para 2018, as vendas devem atingir um montante de R$ 14,5 bilhões, 3% maior comparado a 2017, quando o faturamento foi de R$ 14 bilhões, 5% superior ao ano anterior. Dessa forma, a região de Marília terá a 14ª maior participação nas vendas do varejo paulista dentre as 16 regiões avaliadas pela Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), sendo responsável por 2% do faturamento anual total.
“Nosso varejo mais uma vez apresentou bons resultados no faturamento, mas, ainda é preciso colocar a casa em ordem para incentivar os investimentos e, assim, dar início a um novo círculo virtuoso. Dessa forma será possível avaliar com precisão se a economia de nossa região se estabilizou, mas esperamos que para os próximos meses esse quadro seja mantido”, destaca Pedro Pavão, presidente do Sincomercio Marília.

Empregos formais
O mercado de trabalho do comércio varejista na região de Marília criará 418 empregos com carteira assinada em 2018, resultado de 19.864 admissões contra 19.446 desligamentos. Assim, o estoque ativo do setor na região atingirá 48.090 trabalhadores, 0,9% maior que o registrado no fim de 2017.
O Sincomercio Marília e a FecomercioSP estimam ainda que, entre as nove atividades avaliadas, a de supermercados liderará na geração de vagas formais, com 756 novos vínculos, seguida pela de farmácias e perfumarias, com 95. Em contrapartida, os segmentos de outras atividades e de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos serão os principais destaques negativos, com a eliminação de 184 e 103 vagas celetistas no ano.

Nota metodológica PCCV
A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) utiliza dados da receita mensal informada pelas empresas varejistas ao governo paulista por meio de um convênio de cooperação técnica firmado entre a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
As informações, segmentadas em 16 Delegacias Regionais Tributárias da Secretaria, englobam todos os municípios paulistas e nove setores (autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecidos e calçados; materiais de construção; supermercados; e outras atividades).
Os dados brutos são tratados tecnicamente de forma a se apurar o valor real das vendas em cada atividade e o seu volume total em cada região. Após a consolidação dessas informações, são obtidos os resultados de desempenho de todo o Estado.

Nota metodológica PESP
A Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP Varejo) analisa o nível de emprego do comércio varejista em 16 regiões do Estado de São Paulo e nove atividades do varejo: autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos; materiais de construção; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecidos e calçados; supermercados e outras atividades. As informações são extraídas dos registros do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

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