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28 de janeiro de 2026

A conta vai para o contribuinte - FecomercioSP na mídia


Nos últimos três anos, o governo federal elevou tributos sucessivamente, tratando o contribuinte como fonte inesgotável de recursos, sem combater o avanço dos gastos públicos. Como resultado, a carga tributária bruta chegou a 32,32% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, em meio a recordes seguidos de arrecadação.

Em artigo publicado no jornal O Globo, nesta quarta-feira (28), Abram Szajman e Ivo Dall’Acqua Júnior — respectivamente, presidente e presidente em exercício da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) — sinalizam que um dos casos mais claros desse ímpeto arrecadatório é a reintrodução da tributação sobre lucros e dividendos, que encerrou um regime de isenção que vigorava desde 1996.

“Se, por um lado, a estratégia de incremento da receita foi bem-sucedida, o controle das despesas ficou à margem das preocupações. Os déficits orçamentários comprovam essa constatação: não houve um enfrentamento das distorções do gasto público ou avanço estrutural sequer que elevasse a eficiência estatal”, advertem.

Para a FecomercioSP, modernizar, simplificar e desburocratizar o caos tributário, desde que sem aumento de carga, são condições essenciais para o desenvolvimento do setor produtivo.

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