Notícias locais

1 de novembro de 2018

Comércio Eletrônico


Faturamento do e-commerce da região de Marília cresceu 16,3% no segundo trimestre do ano

O faturamento real do comércio eletrônico da região de Marília atingiu R$ 74,7 milhões no segundo trimestre de 2018, alta de 16,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. No primeiro semestre do ano, as vendas do setor na região cresceram 9,7%.
Os resultados compõem a Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE) elaborada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) por meio do seu Conselho de Comércio Eletrônico em parceria com a Ebit|Nielsen. A pesquisa traz dados sobre faturamento real, número de pedidos e tíquete médio, além de permitir mensurar a participação do e-commerce nas vendas totais do varejo (eletrônico e físico) no Estado de São Paulo, segmentado em 16 regiões.
Ainda de acordo com o levantamento, o número de pedidos do comércio eletrônico na região atingiu 171 mil nesse segundo trimestre, queda de3,6%, se comparado ao primeiro trimestre de 2018.
O tíquete médio (faturamento por pedido) ficou em R$ 436,01, acima da média estadual, um aumento de 11,2% em relação ao mesmo período de 2017. A participação da região no faturamento do varejo geral do e-commerce ficou em 2,2%.
“Mais uma vez o comércio eletrônico de nossa região apresentou um desempenho satisfatório. Devido a esse fato é de extrema importância que o nosso varejo passe a utilizar, além da forma tradicional, o e-commerce como mais uma alternativa na busca de bons negócios”, destaca Pedro Pavão, presidente do Sincomercio Marília.

Bens de consumo
Desde janeiro de 2018, a PCCE também traz informações sobre as vendas de três categorias de bens de consumo: duráveis, semiduráveis e não duráveis. Segundo a assessoria econômica da Entidade, ainda que, neste momento, não seja possível estabelecer uma trajetória das vendas, dada a ausência de informações anteriores, a pesquisa permite traçar um quadro geral do comércio eletrônico.
No segundo trimestre de 2018, os bens duráveis tiveram grande peso no faturamento do setor, concentrando 72,2% das receitas e 41,7% do número de pedidos, com um tíquete médio de R$ 714,74. O comércio de bens semiduráveis representa 17,6% das vendas, 35,2% do total de pedidos, com um valor médio de R$ 206,18, enquanto os não duráveis têm uma parcela de 10,2% do faturamento, 23% dos pedidos e tíquete médio de R$ 182,81.

Nota metodológica
A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE) é realizada trimestralmente pela FecomercioSP a partir de informações fornecidas pela Ebit|Nielsen. Além dos dados de faturamento real, número de pedidos e tíquete médio, a pesquisa permite mensurar a participação do comércio eletrônico nas vendas totais do varejo paulista. As informações são segmentadas em 16 regiões que englobam todos os 645 municípios paulistas e abrangem todas as atividades varejistas constantes do código CNAE 2.0.
Este ano, a PCCE passa a trazer também informações sobre as vendas de três categorias de bens de consumo: duráveis, semiduráveis e não duráveis. Entre os bens duráveis, estão: automóveis e veículos; Blu-ray; brinquedos; casa e decoração; CDs; colecionáveis; construção e ferramentas; discos de vinil; DVDs; eletrodomésticos; eletrônicos; fotografia; games; informática; instrumentos musicais; joias e relógios; telefonia e celulares. Os semiduráveis são compostos por itens de arte e antiguidade; artigos religiosos, para bebês e cia; esporte e lazer; indústria, comércio e negócios; livros; moda e acessórios; Natal; papelaria e escritório. Já entre os não duráveis, estão: alimentos e bebidas; assinaturas de revistas; perfumaria e cosméticos; pet shop; saúde; serviços; sex shop; e tabacaria.

Voltar para Notícias